quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MÁRIO ZAMBUJAL

NOTA:
Os preços apresentados, são  MAIS BAIXOS NORMALMENTE DO QUE O EXPOSTO, na medida em que pretendemos que mesmo que haja aumentos, possamos manter os preços anualmente, pelo que não deve admirar-se do livro que nos comprou lhe chegar com um custo menor
GARANTIMOS É QUE NUNCA SERÁ SUPERIOR AO INDICADO.

Mário Zambujal

Jornalista e escritor português, nascido em 1936, trabalhou na televisão e em jornais como A Bola, Diário de Lisboa e Diário de Notícias, em especial na área do desporto. Publicou três livros de ficção: "Crónica dos Bons Malandros", em 1980, que teve grande sucesso e deu origem a uma longa-metragem de Fernando Lopes; "Histórias do Fim da Rua", em 1983; e "À Noite Logo se Vê", em 1986.




P.V.P.Espanha: 15,80 €

Sinopse

Nunca um mistério foi investigado com tanto humor!
À Noite Logo Se Vê é o relato hilariante das andanças de Mino, investigador do sobrenatural, na procura de explicações para acontecimentos extraordinários. De passagem, vai-se detendo em não menos fascinantes episódios da vida terrena, como a viagem do narrador e sua namorada, Natinha, numa noite de denso nevoeiro; a ascensão social de um homem de sete ofícios incompreendido pela cara-metade; a estratégia de Quinzinho Pontual na sua ambição de matar o tempo; a odisseia do pugilista gordo em vésperas de combate; o único descuido do velho repórter especializado em notícias de desastres; o inquietante mistério de Roseiral.
Fantasiando o mundo real e parodiando o da fantasia (este livro foi publicado, inicialmente, numa colecção alusiva ao Fantástico) Mário Zambujal prende o leitor à sua escrita ágil em que a originalidade e o humor se unem para o prazer da leitura.


P.V.P.Espanha: 15,80 €

Sinopse

Primeiro as Senhoras não é uma continuação da Crónica dos Bons Malandros, o best-seller que revelou Mário Zambujal como um autor de surpreendente originalidade e humor. Mas neste livro voltamos a encontrar um "bom malandro" com as suas aventuras, fantasias e emoções.
A história conta-se num depoimento do protagonista a um silencioso inspector da Polícia que, tal como os leitores, página a página vai conhecendo o currículo da personagem e os passos de um golpe que o levou a passar nove dias sequestrado. Sem perder de vista o destino da viagem, o passageiro é convidado a ir-se demorando em sucessivos apeadeiros, onde não faltam motivos para uma boa gargalhada ou para um gostoso sorriso de cumplicidade.

Excerto
"Foi então que a vi, senhor Inspector. Sozinha, do outro lado da rua. Avancei com sofreguidão de náufrago por bóia de salvação. Mútua salvação, atrevi-me a admitir. Talvez aquela gracinha se sentisse igualmente excluída e faminta de atenções. "Eu sou o Edgar", disse-lhe. "E preciso desesperadamente de si." A primeira reacção foi fria, quase hostil, mas logo escancarou aquele sorriso cinematográfico que o senhor Inspector terá apreciado. Soube-me bem quando se esticou para cumprimentar de beijinho. "Renata", sussurrou ao meu ouvido. Impossível saber que tinha posto o pé num carrossel desvairado."



P.V.P.Espanha: 14,80 €


Sinopse

“Há nesta colectânea contos e crónicas ou mesmo contos-crónicas, arte mista em que Zambujal é mestre: dois dedos de psicologia, uma pitada de atmosfera, um grão de inconveniência e muita graça. Por vezes dialogando com o leitor, brincando com as palavras, Mário Zambujal oferece-nos flashes de existências banais-extraordinárias, que a vida é amiúde mais inverosímil e absurda do que qualquer fértil imaginação possa concebê-la.”

PEDIDOS:

traztraz.net@gmail.com/ Tel: 0034 650671117 / Fax: 0034 924406362

(ENTREGAS AO DOMICÍLIO, PORTES POR NOSSA CONTA)

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Países ou Regiões fora de EXTREMADURA deverão contactar-nos preferencialmente por fax ou e-mail. 

MIGUEL TORGA

NOTA:
Os preços apresentados, são  MAIS BAIXOS NORMALMENTE DO QUE O EXPOSTO, na medida em que pretendemos que mesmo que haja aumentos, possamos manter os preços anualmente, pelo que não deve admirar-se do livro que nos comprou lhe chegar com um custo menor
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Miguel Torga

Pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha,
autor de uma produção literária vasta e variada,
 largamente reconhecida. Nasceu em S. Martinho de Anta em 1907. 
Depois de uma experiência de emigração no Brasil durante a adolescência, 
cursou Medicina em Coimbra, onde passou a viver e onde
 veio a falecer em 1995. Foi poeta presencista numa primeira fase;
 a sua obra abordou temas bucólicos, a angústia da morte, a revolta,
 temas sociais como a justiça e a liberdade, o amor,
 e deixou transparecer uma aliança íntima e permanente 
entre o homem e a terra. Estreou-se com Ansiedades
destacando-se no domínio da poesia com Orfeu Rebelde,
 Cântico do Homem
bem como através de muitos
 poemas dispersos pelos dezasseis volumes do seu Diário;
 na obra de ficção distinguimos A Criação do Mundo
BichosNovos Contos da Montanha, entre outros. 
O Diário ocupa um lugar de grande relevo na sua obra. 
Também como escritor dramático, publicou três 
obras intituladas Terra Firme,Mar e O Paraíso
Recebeu o Prémio Camões em 1989
 e o prémio Vida Literária
 (atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores)
 em 1992.


PVPEspanha: 14,77 €

Dimensões: 227 x 148 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176


Sinopse

O Reino Maravilhoso de Trás-os-Montes é uma das grandes paixões de Miguel Torga.
Sempre na sua alma viaja com ele, parece vê-lo em toda a parte.
Surge a cada momento na sua prosa.
Não sendo apenas dele, sê-lo-á apenas dos que queiram merecê-lo.
Assim o diz em Portugal, onde faz um quadro de outro dos seus amores: o país.

Críticas de imprensa
« "Portugal" é uma celebração concreta das terras portuguesas e uma abstracção poética sobre a "alma" portuguesa. [...] Aquilo que lhe interessa [a Torga] é o carácter nacional, a nossa ancestralidade sofrida, mas também o nosso destino gloriosos e decadente.»
Pedro Mexia, Público



PVPEspanha: 27,76 €
Dimensões: 213 x 138 x 40 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 480

Sinopse
Cumpre-se o primeiro centenário do nascimento Miguel Torga a 12 de Agosto de 2007.
Esta edição especial, cartonada, da sua obra poética completa, inclui também os poemas publicados nos Diários.


PVPEspanha: 27,76 €

Dimensões: 212 x 139 x 39 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 480

Sinopse
Cumpre-se o primeiro centenário do nascimento Miguel Torga a 12 de Agosto de 2007.
Esta edição especial, cartonada, da sua obra poética completa, inclui também os poemas publicados nos Diários.


PVPEspanha: 14,77 €

Dimensões: 227 x 148 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176




PVPEspanha: 16,77 €
ASSINATURA DE MIGUEI TORGA
PEDIDOS;
traztraz.net@gmail.com
Tel: 650671174
Fax: 924406362
mensagem facebook

MOISÉS ESPÍRITO SANTO

NOTA:
Os preços apresentados, são  MAIS BAIXOS NORMALMENTE DO QUE O EXPOSTO, na medida em que pretendemos que mesmo que haja aumentos, possamos manter os preços anualmente, pelo que não deve admirar-se do livro que nos comprou lhe chegar com um custo menor
GARANTIMOS É QUE NUNCA SERÁ SUPERIOR AO INDICADO.


Moisés Espírito Santo
 es profesor catedrático Jubilado de la Universidad Nueva de Lisboa: profesor catedrático en Sociología de las Religiones. Profesor de Sociología en el Departamento de Sociología de la Facultad de Ciencias Sociales y HumanasEtnólogo,lingüista y experto en Estudios de Toponimia.
El objetivo de la Ciencia es la verdad científica, creíble y objetiva, para sobrepasar las ideologías, las alienaciones, las manipulaciones, los nacionalismos, los 'localismos', el saber popular, el dogmatismo erudito, el 'seguidismo' religioso, el 'consensualismo' académico, y, sobre todo, la ignorancia o la 'insciência', sin tener pavor de contrariar los maestros de las Academias, que castraban las naturales capacidades de sus alumnos con el imposible descubrir, visado que la 'concepción medieval reinante de ‘ciencia' ' hasta a los años 70 en Portugal en las Academias, se pautaba por las mismas reglas que las 'clericaturas': obediencia servil a su autoridad infalible, bajulação de la su eminente superioridad y repetición de la su inmutable doctrina, para además de complacerse con la ideología de la ignorancia: no querer saber, recusarse a descubrir. Algunos todavía hasta tienen por 'alta ciencia' el escribir o el dictar de cátedra uno 'no se sabe' !!! Es la promoción de la ignorancia al grado de sapiencia !!!...Y, en Portugal, las escuelas, frecuentemente, obstroem la memoria colectiva y la identidad ancestral de las poblaciones, enajenando, teniendo en vista la afirmación del poder de los letrados sobre los 'iletrados'... " - M.E.S.

P.V.P.Espanha: 33 €

(Mesmo preço do que em Portugal)


Sinopse
Numa «quadrícula» da Estremadura (concelhos de Nazaré, Alcobaça, Rio Maior, Porto de Mós, Batalha e Leiria) tomando por guião a religião popular (que é ancestral e imorredoura) e a toponímia (libertada dos estereótipos latinistas e arabistas), o autor põe a claro estratos da cultura lusitano-fenícia (ou lusitano-púnica) que foi tabu académico até aos anos 80 do século XX (proibido investigar). A partir duma capela à Senhora da Luz, perto de Aljubarrota e do que foi o porto lusitano-fenício de Cós, deparamo-nos com um santuário megalítico à Lua (ainda quase intacto) e com resquícios do mito da «Descida de Istar aos Infernos» referente aos mistérios de Istar/Ísis (a Lua). A Lua foi uma das expressões da «Magna Mater» dos lusitanos (ainda invocada há trinta anos) donde provêm a Senhora da Conceição popular e a Senhora dos Prazeres (nome que não teve relação com gozos). De fio a fio, descobre-se que a história da Senhora da Nazaré é a tradução dum poema épico fenício escrito no século XV a.C., que a lenda de Santo Amaro procede da «Epopeia de Guilgamesh» (texto babilónico do século XXV a.C.) e que das mesmas paragens vieram outros deuses que deram os cultos populares de S. Brás, S. Bartolomeu, Santo António, Santa Susana, S. João (e a Moura Encantada)… Com uma digressão pelas fontes da região, ficamos a saber que algumas – pelos seus nomes – já foram lusitanas: ora de casamentos ora medicinais e uma, até, em memória da aparição da deusa Istar a uma rapariga. De lugar em lugar, por entre mitos e arqueossítios, emerge um vasto rol de descobertas como, por exemplo, a lenda da Padeira de Aljubarrota que foi um ditote lusitano-fenício/púnico referente a ladrões de celeiros, extraído do nome da terra. No fim da caminhada descobre-se uma rede de silos de cereais escavados na rocha (afro-orientais, da civilização púnica). E como esta cultura veio pelo mar, atente-se a como a gíria dos marujos portugueses foi a linguagem técnica dos mareantes acádico-fenícios.



PEDIDOS:


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