domingo, 2 de janeiro de 2011

COLECÇAO CHAMO-ME... Biografias Universais ( Parte I )

COLECÇÃO CHAMO-ME...
(Parte I )


PVPEspanha: 9,90 €

«Aquilo de que mais gostava nas minhas histórias de homicídios era de apresentar todas as provas ao leitor para que pudesse resolver o caso pelos seus próprios meios, ao ler o livro. Escusado será dizer que todas as personagens são sempre suspeitos. Que emoção! Vamos lá a ver se são capazes de adivinhar a identidade do assassino antes de acabarem o último capítulo de um dos meus livros!»



PVPEspanha: 9,90 €



O livro começa com uma auto-apresentação - Chamo-me... Albert Einstein.
"Perguntaram-me muitas vezes como inventava as minhas teorias, de onde tirava as ideias e como arranjava maneira de simplificar as coisas mais complicadas. A resposta é simples. Sempre afirmei que é preciso tentar as coisas noventa e nove vezes para acabar por ser bem sucedido à centésima vez."
No final, o livro inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da História, da Ciência/Tecnologia e das Artes/Cultura.



PVPEspanha: 9,90 €

O livro começa com uma auto-apresentação - « Chamo-me ...Alexandre. Apesar de não ter vivido muitos anos, formei um dos maiores impérios da história e fiz uma viagem que mesmo hoje vos deve parecer inacreditável: entrei com os meus soldados no coração da própria Ásia».



PVPEspanha: 9,90 €


Um dos testemunhos mais impressionantes do Holocausto judeu chega-nos pela voz de uma rapariga alemã que morreu aos dezasseis anos num campo de concentração. Anne Frank nascera em Francoforte, em 1929, e três anos mais tarde, a sua família foi obrigada a emigrar para a Holanda, fugindo ao terror nazi. No seu Diário registou a experiência de viver escondida numa casa, com a família e outras pessoas, tentando escapar à perseguição a que os alemães sujeitavam os judeus. A ternura, a solidariedade, a esperança, os medos, as discussões num espaço reduzido, a monotonia, o amor, o desejo de liberdade e um caudal de sentimentos diversificados ficam representados nessas páginas pela mão de uma menina que sonhava ser escritora e que acabou os seus dias vítimas do tifo e da loucura que agitou a Europa na primeira metade do Século XX. «Na Casa de Trás, escrevi um diário que se tornou famoso no mundo inteiro… e que se tornou o símbolo do Holocausto. A minha voz fala agora em nome dos seis milhões de inocentes que foram assassinados na Segunda Guerra Mundial. Espero que as minhas palavras sirvam, sobretudo, para fazer pensar sobre a loucura e sobre a barbárie da guerra.»


PVPEspanha: 9,90 €

"Nas aulas de História, devem ter-te dito quem sou: que libertei cinco nações, que sou o pai da Colômbia e que expulsei os Espanhóis deste território. Como podes imaginar, escreveram muito sobre mim. Quilómetros de palavras, quase tantos os que percorri a cavalo e de barco, tentando libertar estes países do jugo espanhol e lutando pela independência de uma Grande Colômbia, unida e forte."


PVPEspanha: 9,90 €

«Com a descoberta que realizei, teve inicio a época dos grandes impérios oceânicos. Devido ao comércio com o Novo Mundo, alguns países europeus, como Espanha e Inglaterra, experimentaram um grande crescimento económico e transformaram-se em potências internacionais A partir de então, o que acontece numa parte do mundo afecta o resto. Sem as minhas viagens, o mundo em que vives não seria como o conheces. »


PVPEspanha: 9,90 €



O livro começa com uma auto-apresentação. No final inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da História, da Ciência/ Técnica e das Artes/Cultura.
Viveu com grande paixão as aventuras que o destino lhe presenteou e das quais retirou a experiência e o material para alimentar os seus livros, em especial O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha. Miguel Cervantes (1547-1616), o mais ilustre dos escritores espanhóis de todos os tempos, nasceu em Alcalá de Henares (Madrid).





PVPEspanha: 9,90 €

Os seus filmes fizeram rir e chorar muitas gerações. Mas a sua melhor criação foi a personagem mais afectuosa, quixotesca e maravilhosa do cinema de todos os tempos: Charlot.



PVPEspanha: 9,90 €


O livro começa com uma auto-apresentação. No final inclui um quadro cronológico com os principais acontecimentos da sua vida por décadas e, paralelamente, os principais acontecimentos da História, da Ciência/ Técnica e das Artes/ Cultura.




DISTRIBUÍDO EM EXCLUSIVIDADE


traztraz.net@gmail.com / Tel: 0034 650671174 / Fax: 0034 924406263
Países ou regiões fora de EXTREMADURA devem contactar-nos exclusivamente por e-mail



sábado, 1 de janeiro de 2011

DIDÁCTICA EDITORA


Distribuição Exclusiva
Traz-Traz Serviços Raianos



A partir de hoje, dia 1 de Janeiro de 2011, TRAZ-TRAZ Serviços Raianos, distribui oficialmente e em regime de exclusividade para toda a Extremadura e zonas limítrofes a DIDÁCTICA EDITORA, uma das mais prestigiosas editoriais portuguesa dedicada há mais de 40 anos à edição de livros formativos. 

Os preços dos livros apresentados são preços de  venda ao público em Extremadura e zonas limítrofes, com saída dos nossos armazéns de La Roca de la Sierra e com o IVA incluído. 

As livrarias de Extremadura deverão a partir desta data contactar-nos para saberem qual a sua margem de comercialização.

 Temos também preços para Escolas, "Ayuntamientos" e Organismos Oficiais, assim como para Bibliotecas de uso público.


Distribuído em exclusividade



 PEDIDOS:

(Ver na página "os nossos contactos" arquivado
em Dezembro de 2010)


PEPETELA


Pepetela

Pseudónimo do escritor angolano Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos. Frequentou o Ensino Superior em Lisboa e iniciou a sua actividade literária e política na Casa dos Estudantes do Império. Como membro do MPLA, participou activamente na governação de Angola, após o 25 de Abril. Da sua obra destacam-se os romances Mayombe (Prémio Nacional de Literatura de Angola), Yaka e O Cão e os Caluandas. Em 1997 foi-lhe atribuído o Prémio Camões.



PVPEspanha: 16,13 €

Sinopse
Do encontro entre um estudante angolano e uma jovem mongol, nos anos 60, em Moscovo, nasce um amor proibido.

Baseada em factos verídicos, ficcionados pelo autor, esta história põe em evidência a vacuidade de discursos ideológicos e palavras de ordem, que se revelam sem relação com a prática. Política internacional, guerra, solidariedade e amor, numa rota que liga um ponto perdido de África a outro da Ásia, passando pela Europa e até por Cuba. Uma viagem no tempo e no espaço, o de uma geração cansada de guerra num mundo cada vez mais pequeno.

Maravilhoso e comovente, este é um romance sobre o triunfo do amor, contra todas as vontades e todas as fronteiras.
O Planalto e a Estepe de Pepetela


PVPEspanha: 19,92 €

D. MANUEL CLEMENTE


Manuel Clemente

PVPEspanha: 11,10 €


Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologiaHistórica. Em1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos deHistória Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou na Assírio& Alvim Portugal e os Portugueses e 1810-1910-2010—Datas e Desafios.
Sinopse
A propósito da entrega do prémio Pessoa a D.Manuel Clemente ,e da vinda a Portugal do Papa. Este é um livro de algumas interrogações. A última década foi, para Portugal, uma década perdida? Podemos ter esperança no futuro? Como portugueses, temos "medo de existir", ou temos "História a mais"? Que papel tem a Igreja Católica hoje em Portugal? E no mundo? No centenário da República, que balanço das relações entre o Estado e a Igreja? Será que vivemos tempos de novos ateísmos, e de novos anticlericalismos? Bento XVI tem sido o Papa de que a Igreja e o mundo necessitavam?
Diálogo em Tempo de Escombros de D.Manuel Clemente, José Manuel Fernandes


PVPEspanha: 13,60 €

Sinopse
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários.Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós.

Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação.
De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas.
Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Porquê e Para Quê? de Manuel Clemente


 PVPEspanha: 11,09 €

Excerto
«É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é.»
(excerto do primeiro capítulo)


PVPEspanha: 13,00 €

Sinopse
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária.

O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido.

Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto.

Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
1810 - 1910 - 2010 - Datas e Desafios de Manuel Clemente

LITERATURA PORTUGUESA


PVPEspanha:  48,95€


(445 páginas com a história da Literatura Portuguesa.)



PVPEspanha:   16,80€

(445 páginas com a história da Literatura Portuguesa)

TEOLINDA GERSAO



Teolinda Gersão

Escritora portuguesa, nascida em 1940, formada em Filologia Germânica em Coimbra. Doutorada em 1976 e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, foi leitora de Português na Universidade de Berlim e assistente na Faculdade de Letras de Lisboa. 
Autora de vários trabalhos de crítica literária, recebeu duas vezes o prémio de ficção PEN Clube, atribuído ao seu livro de estreia, O Silêncio, em 1981, e ao romance O Cavalo de Sol, em 1989. Foi também galardoada com o Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores em 1995 e, na Roménia, com o Prémio de Teatro Marele do Festival de Bucareste (adaptação da obra ao teatro) com o romance A Casa da Cabeça de Cavalo. Em Maio de 2003, o seu livro Histórias de Ver e Andar foi galardoado com o Grande Prémio do Conto 2002 Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores. 
A ficção de Teolinda Gersão desenvolve, na escrita contemporânea, uma poética romanesca original, abrindo a narração, a que o respeito pelas categorias de espaço, tempo, personagens, intriga confere certa verosimilhança, a uma irradiação de sentidos que decorre de um metaforismo assumido de forma estrutural pela narrativa. Não que as personagens e as suas relações, os temas ou os seres se reduzam a um carácter alegórico: o que ressalta é que por detrás da "história" estão em conflito pulsões humanas universais, frequentemente centradas sobre a dinâmica dos opostos (homem/mulher, caos/cosmos, racionalidade/loucura, entre outros). A ilusão da transparência, obtida por uma ordem sintagmática nítida, pela simplicidade da frase, despojada de tudo o que é acessório, pela redução do número de personagens, pela simplificação da acção, confere, então, às suas narrativas o estatuto de uma escrita mítica, cujo objectivo não é a representação, mas o conhecimento. Ao mesmo tempo, cada uma das suas narrativas, desenvolvendo até à exaustão algumas metáforas centrais (o cavalo, o teclado, etc.), desfibra todo o tipo de alienação social e mental subjacente à ruptura dos princípios de harmonia invisível e de unidade íntima do homem com o universo. Como a pianista (e a romancista) de Os Teclados, Teolinda Gersão, diante de um "mundo fragmentário" e "indiferente", onde "as pessoas não formavam comunidades e só havia valores de troca", um "mundo vazio", persiste em tentar desvendar enigmas, como se a escrita e a exigência de rigor fossem "a transcendência que restava": "Aceitar o nada, o mundo vazio. E apesar disso, pensou levantando-se e sentando-se no banco - apesar disso sentar-se e tocar."



PVPEspanha: 10,12 €

Críticas de imprensa
"Um romance de aprendizagem em que a autora se ultrapassa a si própria. A ler devagar, porque acaba muito depressa."
Helena Barbas, Expresso
"Júlia, menina criada pelos tios numa casa onde reinam a música e a loucura, descobre outros espaços ou aberturas para o seu espírito inquieto. Aprender a música e aprender com a música são impulsos que se complementam para facultar a leitura de uma pauta-mundo que não é fácil de decifrar."
Maria Eloísa Martins Dias, O Escritor
"Numa narrativa breve, a autora consegue emprestar à sua protagonista uma imensa profundidade psicológica. A metáfora do trapézio não surge por acaso neste livro sublime e tão musical. Surge como se fábula fora. A de que o destinatário primordial da criação é o próprio criador, a de que a única legítima competição é a dele consigo mesmo."
Rodrigues da Silva, Jornal de Letras
"Raramente na história da ficção estiveram tão unidas duas vertentes da expressão artística: a palavra e a música."
Fábio Lucas Jornal da Tarde, São Paulo


PVPEspanha: 9,57 €

Sinopse
O Amor, a morte, a revelação: situações limite, que figuras de anjos atravessam. Três histórias do sobrenatural? Não, ou pelo menos não necessariamente. O que nestas histórias nos deslumbra (ou nos perturba) é porventura apenas a descoberta do ser humano.
À obra de Teolinda Gersão foi atribuído por duas vezes o Prémio de Ficção do P. E. N. Clube (1981 e 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (1995), o Prémio da Critica da Associação Internacional de Críticos Literários (1999), o Prémio Fernando Namora (1999) e o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco A.P.E./C.M de Vila Nova de Famalicão (2003).
O Mensageiro e Outras Histórias com Anjos de Teolinda Gersão



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MARGARIDA REBELO PINTO


Margarida Rebelo Pinto

Margarida Rebelo Pinto nasceu em Lisboa em 1965. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade de Lisboa e desde cedo colaborou em vários órgãos de comunicação social, trabalhou como copy-writer e escreve guiões para cinema e televisão.
Sei lá foi o seu primeiro romance, seguiram-se-lhe Não há Coincidências, Crónicas da Margarida, Alma de Pássaro e Artista de Circo.
Margarida Rebelo Pinto publica também, em Outubro, Não Há Coincidências no Brasil e Espanha, depois do mesmo romance já ter saído na Alemanha, Holanda e Bélgica no fim deste Verão.


PVPEspanha: 19,16 €

Sinopse
"I'm in Love with a Pop Star" é uma história sobre a capacidade de sonhar. Pam, uma divertida rapariga de 16 anos, apaixona-se por um Pop Star e decide conhecê-lo. Nesta fairy tale dos tempos modernos, Margarida Rebelo Pinto aproveita para reflectir sobre a nova geração que vive confrontada com o comportamento dos pais, eternos adolescentes, e a sede do sucesso, numa sociedade em constante mudança de valores. Conseguirá Pam realizar o sonho? E quem é o misterioso Pop Star que a faz mover montanhas?

Excerto
"Devia levantar-me, ir ao quarto dele buscar uma t-shirt e retirar-me para os meus aposentos, como se dizia nos romances antigos, mas estou paralisada de felicidade. É possível fazer uma vaca subir umas escadas, nas é impossível fazê-la descer. E eu sinto-me uma vaca no cimo de um patamar de um edifício de noventa andares. Sinto-me embalada numa espécie de navegação espiritual.
I'm In Love With a Pop Star de Margarida Rebelo Pinto


PVPEspanha: 17,14 €

Sinopse
Onde reside o amor? é uma viagem às histórias das vidas de
todos nós. Aqui estão os retratos fiéis dos nossos dias, dos anjos que nos protegem e dos demónios que nos desafiam. Margarida Rebelo Pinto volta, neste livro, às relações entre as pessoas e, de uma forma sincera, fala-nos directamente ao coração. Atravessa o amor e o sexo, interpreta a linguagem dos afectos e lança um olhar sobre o papel da família, dos valores que se perdem na voragem dos dias. Homens e mulheres; príncipes encantados; as eternas diferenças entre os dois sexos (mais próximos do que se julga); afectos, histórias de família, ou o retrato de um país… Tudo conduz os leitores para o secreto lugar onde reside o amor.
Onde reside o amor? de Margarida Rebelo Pinto

Excerto
«Não há nada mais importante do que investir no nosso coração. E no coração daqueles que amamos, ainda que nem sempre o mereçam. Quem não investe no coração, pode ganhar muito na vida, mas não ganha nem o amor nem a generosidade alheia. Investir no coração é investir na continuidade e na continuação da nossa vida; é como ter filhos e investir neles, ficamos um passo mais perto da eternidade.»
«É preciso acreditar como da primeira vez, é preciso confiar, é preciso pensar que a tal pessoa certa para nós existe mesmo e que todos podemos ter sorte na vida.»
«O sexo é como o universo, infinito, misterioso e eterno.»
«A monogamia não é uma escolha, é uma vocação.»


PEDIDOS:

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MARIA VELHO DA COSTA


Maria Velho da Costa


Prémio Camões 2002 
Maria Velho da Costa (n. 1938) é licencida em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e tem o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria. Foi leitora do King's College em Londres, presidente da Associação Portuguesa de Escritores e adida cultural em Cabo Verde.

Ficcionista, ensaísta e dramaturga é co-autora com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta de "Novas Cartas Portuguesas" um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas, e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime. A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa nos anos 60 e, como afirmou Eduardo Lourenço, é "de um virtuosismo sem exemplo entre nós".

É autora, entre outras obras, de "O Lugar Comum" (1966), "Maina Mendes" (1969), o já citado "Novas Cartas Portuguesas" (1972), em colaboração, "Casas Pardas" (1977), Prémio Cidade de Lisboa, "Lucialima" (1983), que foi Prémio D. Dinis, da Fundação da Casa de Mateus, "Missa in Albis" (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, "Dores" (1994), um volume de contos, em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, a peça de teatro Madame", a partir de Eça de Queirós e Machado de Assis, um êxito retumbante de palco, interpretado por Eunice Muñoz e Eva Wilma, e "Irene ou o Contrato Social", distinguido com o Grande Prémio de Ficção APE de 2000. Em 1997 foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas.


PVPEspanha:  18,66 €



PVPEspanha:  18,15 €

Sinopse
Grande Prémio de Romance e Novela APE 2000
Já há 12 anos que Maria Velho da Costa não escrevia aquilo que ela própria chama um romance de longo curso. Depois do anterior "Missa in Albis", publicou contos e teatro (o mais recente foi "Madame", a partir de Eça e Machado de Assis, um êxito retumbante de palco, interpretado por Eunice Muñoz e Eva Wilma). Este seu novo romance , "Irene ou o Contrato Social", tem como figura tutelar Irene Lisboa, embora não se trate propriamente de uma biografia romanceada da escritora. Esta Irene é mais velha que a autora de "Uma Mão Cheia de Nada, Outra de Coisa Nenhuma" quando morreu, em 1958, com 65 anos. O romance passa-se no nosso tempo (acaba em 1999) e reflecte o imaginário português, e também europeu, dos últimos 10, 15 anos, de forma polifacetada, perturbante, por vezes revoltada.
Em entrevista ao JL (31/05/00) a escritora afirmava: « É um livro muito centrado em vicissitudes pessoais, mas em que a marca da inserção social está sempre presente. Nesse aspecto é um contrato entre mim, e a sociedade (lisboeta, mas também portuguesa) e a coisa europeia.» E mais adiante: « O Orlando (um personagem mulato, mestre na arte dos graffiti) representa o futuro da Europa: ser mestiço. Já cá estão. Já cá estamos: nós próprios somos mestiços culturais, mestiços étnicos, mestiços linguísticos - não falamos só português. A mestiçagem (...) é para mim um dos temas principais deste livro.»
Irene ou o Contrato Social de Maria Velho da Costa



PVPEspanha:  18 €

Críticas de imprensa
« Uma fábula contemporânea e intemporal, um livro sobre vidas em “deriva”, à beiar da catástrofe. [...] A escritora, um dos nomes de referência da Literatura Portuguesa, Prémio Camões 2002, retoma as linhas de uma narrativa marcada pela diversidade linguística e cultural e por um poder ficcional magnífico [...]»
JL
«Não há certamente na literatura portuguesa um exemplo tão extremo de carnavalização das linguagens. Mas o seu alcance não é – não poderia ser – meramente formal. O delírio, é também o do mal, em cujos territórios inauditos se aventura este romance desde a primeira página, segundo uma lei que é repetida como uma estribilho: “O sangue puxa o sangue”.»
António Guerreiro, Expresso
«A descoberta do amor humano é um assombro, e Maria Velho da Costa prepara o ritual de iniciação com vagares narrativos e uma educação cinéfila que lembra inequivocamente João César Monteiro.»
Pedro Mexia, Público


PEDIDOS:

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Tel: 0034 650671174

Fax: 0034 924406263